Depressão pós-parto

há 1 ano     -     
Depressão pós-parto

DEPRESSÃO PÓS – PARTO 

 

Priscila Carolina Morais Souza * e Edicássia Rodrigues Morais Cardoso**

 

* Acadêmica de psicologia e integrante da LASM

** Docente de enfermagem da FESGO e coordenado da LASM

 

 

Quando a mulher sente tristeza constante, sentimento de culpa, baixa auto – estima, desânimo e cansaço extremo, pouco interesse pelo bebê, incapacidade para cuidar de si e do bebê, medo de ficar sozinha, falta de apetite, falta de prazer nas atividades diárias, dificuldade para pegar no sono. É recomendado que a mulher procure o psicólogo, pois são alguns sintomas que podem demonstrar que ela está sofrendo de depressão pós – parto.  Lembrando que nos primeiros dias após o parto é normal a mulher sentir alguns desses sintomas, pois ainda está em processo de adaptação em relação a tudo que está acontecendo a sua volta. O problema está na persistência desses sintomas. 

Poucas pessoas sabem, mais o homem (pai) também pode ter depressão pós – parto. Quando o homem sente dores sem motivo aparente, falta de vontade se socializar, mudanças no apetite (geralmente falta), ansiedade e preocupação, queda no desempenho profissional, falta de interesse em sexo, exaustão e insônia. Bem provável que esse homem esteja passando pela DPP, o recomendado e que esse procure um psicólogo para um melhor tratamento A depressão pós – parto também conhecido como DPP é a depressão que acomete a mãe após o parto. No Brasil acontece mais de 2.000 milhões de casos por ano. Geralmente são mulheres entre 19 e 40 anos que são vítimas dessa doença. A mulher deve procurar um psicólogo para se tratar de forma correta, pois uma mulher que teve depressão pós – parto tem grandes chances de mais tarde ter um depressão mais grave. 

Em alguns casos, a mulher está se sentindo bem e se adaptando à vida de mãe, e a depressão aparece. Em outros casos, ela já está deprimida durante a gravidez, e a chegada do bebê não traz alívio. 

É importante que a pessoa ou algum familiar reconheçam logo a depressão, para que ela receba o apoio e o tratamento necessário. Sem tratamento, a depressão pode durar meses ou até anos. 

Se a depressão pós – parto não for tratada de forma correta, pode durar meses ou até mais. O tratamento pode incluir aconselhamento, antidepressivos e terapia hormonal. Lembrando que é muito importante que antes de tomar qualquer remédio a mãe consulte o médico, para que este diga sé esse é o melhor remédio, já que é bem provável que essa mãe ainda estará amamentando. 

Os antidepressivos servem para reequilibrar as substâncias químicas no cérebro. Eles atuam para melhorar seu humor, ajudar no sono e fazer com que você se sinta menos irritável. 

Esse tipo de tratamento exige disciplina com horários e costuma levar de duas a quatro semanas para fazer efeito. Não desista por achar que ele não está melhorando em nada sua situação. 

Fora o tratamento com remédios, é fundamental que a pessoa busque: manter uma alimentação saudável, descansar bastante, exercitar-se, encontrar-se com outras mães, não ser dura consigo mesmo. Para que assim os efeitos da depressão pós – parto seja diminuindo aos poucos.  

É importante você saber que, com ajuda, vai se sentir melhor. Lembre-se: ter depressão pós – parto não significa que você não é uma boa mãe para o seu filho, nem representa risco de alguém querer afastar seu filho de você.

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