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Anestesiologia: a medicina polivalente

há 6 meses     -     
Anestesiologia: a medicina polivalente

Findada a faculdade de Medicina, é chegada a hora de escolher a especialidade que você pretende seguir. Alguns jovens médicos escolhem se dedicar à prática generalista, mas também precisarão refinar seus conhecimentos em algum momento... A figura do médico se afasta cada vez mais daquele profissional polivalente tão comum no passado - e em algumas regiões mais isoladas. Cada vez mais, urge a necessidade de se especializar para poder competir em um mercado acirrado e atender os seus pacientes com o máximo de preparo. 

Mas, antes, é preciso escolher a especialidade, o programa, a instituição... São tantas as opções e os pontos a ponderar.

Leia mais: 10 Questões para considerar antes de escolher a sua residência médica

Pensando em ajudar você nesse momento, talvez um dos momentos mais delicados da vida de um médico, traremos uma série de artigos sobre as principais especialidades médicas. Os textos foram retirados do nosso livro Como Escolher Sua Residência Médica. Na obra, você encontra um um guia completo que contém importantes informações sobre a carreira médica e sobre 50 especialidades. A obra foi escrita por mais de 50 especialistas provenientes das mais conceituadas residências do país, para que você possa tirar as suas dúvidas e melhor fundamentar a principal escolha na carreira do médico. 

Nesse artigo, vamos falar sobre: RESIDÊNCIA MÉDICA EM ANESTESIOLOGIA 

A ANESTESIOLOGIA


Anestesia se define como um estado farmacologicamente induzido de: amnésia, analgesia, irresponsividade aos estímulos, supressão ou atenuação de reflexos naturais de luta/fuga e hipnose; isoladamente ou de forma combinada em qualquer arranjo possível de seus componentes básicos.

A indução do estado anestésico permite que pacientes encaminhados a procedimentos cirúrgicos ou diagnósticos possam passar pela intervenção planejada de forma livre de estresse psicológico (ansiedade, medo, imobilidade, confi namento) e de sofrimento físico (dor, reações autonômicas etc.). O anestesiologista é o profissional encarregado de utilizar conhecimentos médicos e técnicos para avaliar previamente o paciente, prover o estado anestésico para execução do procedimento planejado, manter otimizada a fisiologia do paciente e minimizar o impacto orgânico da agressão cirúrgica, inclusive adotando táticas para tratamento da dor pós-operatória e de alguns efeitos mais comuns, tais como náuseas e vômitos. Tendo em vista o grande número de atribuições e responsabilidades assumidas durante o cuidado anestésico, o anestesiologista pode ser considerado como um clínico especializado em “medicina perioperatória”.

A humanidade conhece e usa substâncias entorpecentes, hipnóticas, alucinógenas e analgésicas desde a pré-história e vem praticando cirurgias relativamente complexas desde o Egito antigo. Tudo tinha que ser muito rápido pois, sem anestesia sistemática, não havia como se manter o paciente confortável e imóvel para a consecução cuidadosa do procedimento. A mortalidade era tão alta por complicações pós-operatórias que os cirurgiões não ousavam invadir as cavidades naturais do corpo limitando-se a problemas “superficiais” do corpo. Os clínicos cuidavam das patologias que os cirurgiões não ousavam abordar e por isto passaram a ser chamados de “internistas”.

A história da medicina viria a mudar significativamente às 10:30 de uma sexta-feira, em 16 de outubro de 1846. A data é oficialmente aceita como aquela em que se realizou a primeira intervenção cirúrgica com anestesia geral. Morton falou com muita determinação e confiança e apresentou um instrumento, um globo de vidro com duas cânulas que direcionava os vapores de éter à boca do paciente. O cirurgião presente, o renomado John Collins Warren, extraiu do paciente submetido ao experimento de Morton, um tumor que lhe tomava a glândula submandibular e uma parte da língua. Ao não se ouvir nenhuma manifestação de sofrimento por parte do doente e foi constatado que daquela vez, com sucesso, havia descoberto e provado um meio de anestesiar um ser humano, a ponto de permitir qualquer procedimento cirúrgico, por mais doloroso que fosse.

A representação máxima da anestesiologia como especialidade médica cabe à Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA); uma associação civil, sem fins econômicos, fundada em 25 de fevereiro de 1948. A SBA é a segunda maior sociedade de anestesiologistas do mundo. 

O ESPECIALISTA E A SUA ROTINA - CARACTERÍSTICAS DO ANESTESIOLOGISTA

Na escolha da especialidade, é importante que sejam considerados os interesses e as habilidades pessoais. A anestesiologia é uma especialidade clínica a qual aplica-se intensivamente conceitos e conhecimentos de ciências básicas em um contexto prático de crescente uniformização procedural. Portanto, a afinidade e a proficiência nestes domínios são fundamentais para o bom exercício e a satisfação com a atividade profissional. Algumas característas podem ser listadas como atributos adicionais muito importantes para o futuro anestesiologista, entre elas:
 
  • atenção a detalhes;
  • raciocínio sobre algoritmos;
  • resistência à fadiga;
  • calma, liderança;
  • capacidade de decisão;
  • capacidade de desencadear empatia e transmitir segurança trabalhando em equipes;
  • destreza manual;
  • boa coordenação olho-mão;
  • boa estruturação argumentativa;
  • apuro formal na confecção de registros. 
Atualmente, podemos encontrar o anestesiologista em praticamente qualquer ponto do hospital:
  • no centro cirúrgico;
  • no centro obstétrico;
  • no setor de endoscopia;
  • na hemodinâmica;
  • no pronto atendimento;
  • no setor de ecocardiografia transesofágica;
  • transportando pacientes críticos;
  • avaliando pacientes internados;
  • prescrevendo esquemas analgésicos em pacientes operados ou sob cuidados paliativos;
  • no setor de biópsias etc.

O anestesiologista é uma espécie de guardião e otimizador da fisiologia do paciente sem a qual todo e qualquer processo de cura estará comprometido.

ROTINA DO ANESTESIOLOGISTA

O exercício da anestesiologia no Brasil é multifacetado em função de: 
 
Padrões Regionais  Alocado em cooperativa
Autônomo
Tipo de Hospital Público x Privado
Geral x Especialidades
Alta x Baixa Complexidade
Pacientes internados x Unidades Ambulatoriais x Consultórios
Regime de Exercício Grupo de Trabalho
Autônomo
Carteira Assinada
Fundações
Tipo de vinculo com o local de trabalho Empregado
Prestador de Serviço 

Cada localidade apresenta uma combinação das características listada na tabela, o que diversifica as possibilidades da rotina. Um exemplo típico de como pode ser múltipla a semana de um profissional seria no esquema seguinte: dois dias por semana, como membro de um grupo de profissionais que prestam serviço (inclusive plantão) em um hospital geral (múltiplas especialidades), um dia como funcionário em um hospital universitário trabalhando inclusive como preceptor de especialistas em formação, um dia como anestesiologista de especialidade único (fora de grupos) em uma clínica de oftalmologia, um dia como membro de um serviço multiprofissional/multidisciplinar de assistência em terapia analgésica (dor aguda e crônica).

Ao final de sua residência, a depender da cidade (ou cidades) que escolheu para trabalhar, o profissional vai decidir como montar sua semana de trabalho a partir das opções disponíveis. Os grandes centros e capitais oferecem mais versatilidade de composição enquanto que as pequenas cidades têm um perfil mais restritivo. O trabalho em grupo em hospitais gerais é o que tem o maior potencial de permitir uma rotina diversificada de atuação.

Sob esta condição, o anestesiologista pratica a integralidade do conhecimento e intercambia habilidades entre os diversos setores de atuação diária.

No extremo oposto, temos o profissional de atuação individualizada trabalhando com especialidades cirúrgicas. Aqui, a densidade de expertise é uma consequência da prática monotemática em que, em contrapartida, perde-se um pouco do estímulo à manutenção e aquisição de conhecimentos menos relacionados à rotina diária.

MERCADO DE TRABALHO 

Segundo informações do censo demográfico médico publicado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), na edição de 2013, o Brasil tem a densidade de 01 anestesiologista para cada 10.894 habitantes. Entretanto, sua distribuição é bastante irregular no país e entre os estados, assumindo características metropolitanas.

Atualmente, existem várias exigências para se obter o título de especialista. Em anestesia, é necessário cumprir programa de residência médica ou curso de especialização, em serviços credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) e pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA), por um período mínimo de três anos, ser aprovado em provas escritas e práticas e apresentar um trabalho científico ao final do curso/programa.

A depender de suas pretensões financeiras, técnicas e de qualidade de vida, o anestesiologista recém-egresso de um programa de treinamento tem uma grande comodidade na construção da sua agenda semanal. Um bom desempenho e convivência durante o período de especialização são as melhores maneiras de se conseguir boas recomendações para postos de trabalho por todo o país. Os responsáveis técnicos pelos centros de ensino e treinamento em anestesiologia (CETs) sempre demonstram grande prazer em alocar seus melhores residentes onde lhes interessa, porque isto se reverte em prestígio associativo pelo referenciamento de um bom profissional.

Defina onde quer trabalhar, quanto quer trabalhar, quais são suas pretensões de remuneração, se aceita ter plantões noturnos, se quer uma especialidade ou ser um generalista, se quer pesquisar, se quer ensinar... Definidos estes pontos ou mais alguns, comece os contatos, acione sua rede de amigos e comece a remar para seu objetivo. A carência de profi ssionais é tanta que talvez haja pouquíssimos locais que se possa considerar como lotados ou travados.

Anestesiologistas são, em geral, especialistas gregários no sentido mais amplo da palavra e é muito frequente que se associem para trabalhar, dividir responsabilidades e remuneração e viabilizar incrementos significativos em sua qualidade de vida. Tal associatividade pressupõe também algum grau de hierarquização de privilégios e é muito comum que o “novato” tenha cargas horárias e agendas um pouco mais pesadas e inconvenientes que os veteranos. Uma alternativa a esta perspectiva de encarar a fila hierárquica é atuar de forma individualizada ligado aos cirurgiões como membro de equipe. Quando opta por atuar assim, o anestesiologista passa a se submeter às rotinas da equipe da qual faz parte e renuncia às comodidades da atuação em grupo, suscetibilizando-se aos humores deste ambiente de trabalho nem sempre pautado por diretrizes eminentemente técnicas. Suas férias, seu horário de trabalho e remuneração passam a depender da equipe na qual atua, o que para alguns, é aceitável como opção a entrar no fim da fila de um grupo de trabalho. No entanto, é sempre bom lembrar que a fila anda e, ao atingir a idade média do anestesiologista brasileiro (49 anos), a chance de ter uma boa qualidade de vida e segurança econômica é grande para os profissionais que trabalham em grupos.

Alguns profissionais optam por atuarem parcial ou integralmente como funcionários públicos e são assalariados. Outros ligam-se a fundações prestadoras de serviço ou atuam sob mediação de cooperativas suprindo postos na rede pública sem vínculo empregatício.

O cardápio de opções é variado, porém, com mobilidade reduzida: uma vez sedimentada uma rotina, torna-se progressivamente mais difícil promover mudanças sem rupturas significativas na matriz qualidade de vida/remuneração/ segurança econômica.

Padrões de remuneração regular acima dos 100 salários mínimos ou mais são possíveis a depender de onde e quanto o profissional optou por trabalhar, bem como da sua qualificação técnica.

Conforme dados do site do Conselho Federal de Medicina (CFM), o Brasil tem atualmente 18.236 anestesiologistas - dos quais 83% são do sexo masculino, com idade média de 49 anos, compondo cerca de 6,8% dos médicos especialistas do país distribuídos de forma bastante heterogênea pelo território nacional.

DESAFIOS DO ANESTESIOLOGISTA 

Graças a uma atuação exemplar de sua entidade associativa - SBA - a anestesiologia brasileira desfruta de grande prestígio técnico e científico tanto nacional como mundialmente, tendo trilhado de forma brilhante um caminho onde muitas especialidades têm enfrentado grandes dificuldades. O grande desafio da anestesiologia brasileira é satisfazer às demandas do mercado com profissionais bem formados, eticamente conscientes, satisfatoriamente remunerados para postos de trabalho bem equipados e saneados de insalubridades de exercício profissional.

Formar bem custa caro e demanda tempo em um país que tem “fome” de anestesiologistas e o descompasso entre o número de CETs credenciados pelo Ministério da Educação (MEC) (130) e pela SBA (98) reflete uma heterogeneidade de critérios a respeito das condições minimamente aceitáveis do local de formação. Centros não credenciados pela SBA têm suas vagas preenchidas anualmente por candidatos que sabem desta condição e que se especializarão legalmente com a chancela do MEC; estes profissionais são alvo de todos os esforços possíveis da SBA, visando a sua integração ao seu quadro de associados e maximização de unidade frente a demandas de remuneração e qualidade de trabalho.

Uma questão marginal e pouco discutida é a dependência que alguns CETs tem dos seus residentes para manter o seu fluxo operacional; idealmente, isto jamais deveria ocorrer! O residente é um profi ssional médico em especialização admitido em um programa de treinamento livre e voluntariamente constituído por seus responsáveis. Procure informar-se com residentes recém-egressos do Centro onde você pretende se especializar e se informe sobre esse ponto específico.

Você é um médico diplomado, porém imperito na especialidade; não pode recair sobre seus ombros responsabilidades relativas a habilidades para as quais você ainda não é proficiente. Os bons CETs têm sempre um responsável por posto de anestesia independentemente da presença e disponibilidade de um residente em treinamento para acompanhar o procedimento.

A resolução 1802/2006 do CFM trata das condições técnicas minimamente desejáveis para a realização de um ato anestésico dentro de padrões de segurança mundialmente aceitos; implementar esta resolução, em sua integralidade, em todos os pontos de trabalho de anestesia do país é um desafio múltiplo, técnico, político e econômico, que vem sendo encarado como da mais alta prioridade pela SBA.

A forte associatividade do anestesiologista brasileiro se constitui em um grande entrave aos que querem um número maior de anestesiologistas mais “baratos”, o que os leva a tentar caracterizar sub-repticiamente a anestesiologia brasileira como um “cartel” e a atuarem nos meios de comunicação em campanhas de demonização da unidade associativa dos anestesiologistas brasileiros. Infelizmente, são batalhas de mercado em múltiplos fronts que vem sendo administradas estrategicamente com sucesso pela anestesiologia brasileira e que requerem programação de longo prazo, pois não têm perspectiva de encerrarem-se espontaneamente.

Enfim, integrar o corpo de anestesiologistas do país, assisti-los em suas necessidades e ajudá-los a sanearem seu ambiente de exercício diário de riscos ético-profissionais, resistindo às aviltantes pressões financeiras e técnicas do mercado é, em suma, a lista de prioridades da anestesiologia brasileira.

A RESIDÊNCIA EM ANESTESIOLOGIA 

A Residência Médica em Anestesiologia tem acesso direto,  não havendo a necessidade de ter concluído nenhuma outra residência prévia. Consiste em três anos de treinamento em serviço, sendo que o primeiro é normalmente voltado à formação de base de conhecimento nas ciências básicas.

Os programas de residência variam de acordo com a instituição, mas geralmente seguem a Resolução CNRM Nº 02 /2006. A SBA credencia atualmente 98 centros de ensino e treinamento; o MEC, cerca de 130. Alguns são duplamente credenciados; outros, apenas pelo MEC. A SBA aplica um exame anual ao longo do processo de formação e usa as notas para compor um ranking de desempenho que é publicado em sua página na internet em: Ranking dos CET. É possível conferir o desempenho dos Centros e usar essa informação para refinar a sua escolha. 

Para te ajudar, listamos algumas caracterísitas altamente desejáveis em um CET: 
  • pagamento de bolsa compatível com o sustento do residente;
  • treinamento em hospital multidisciplinar (inclusive com unidade de emergência);
  • inexistência de restrições ao uso de insumos necessários ao ensino;
  • programa teórico consolidado e com agenda estabelecida;
  • rotina de publicações científicas;
  • preceptores com formação mínima em produção científica;
  • disponibilidade de simuladores;
  • presença de outros programas de especialidade, independência do residente como força de trabalho, entre outras, são características altamente desejáveis em um CET. 

O número de vagas disponíveis em cada CET pode ser conferido através do serviço de busca do MEC disponível em: Sistema CNRM.

Abaixo, confira o programa teórico para médicos em especialização definido pela SBA:


Os melhores CETs, principalmente os ligados a hospitais universitários e credenciados duplamente pelo MEC e SBA, são mais concorridos, tanto pela qualidade do treinamento, como pela possibilidade de estabelecimento de contatos que viabilizem uma boa colocação do especialista recém-formado no mercado de trabalho. É muito comum que se preste concurso em vários CETs e isto cria uma dança de cadeiras com o vagar dos postos deixados por quem preferiu um CET supostamente melhor do que aquele do qual declinou. As vagas vão aparecendo também por conta do recrutamento pelas Forças Armadas. Talvez, o que eventualmente sobre não seja o desejado e o candidato prefira estudar e aguardar o próximo concurso para o local de preferência.

ÁREAS DE ATUAÇÃO

Devido ao imenso espectro de demanda por assistência anestesiológica, muitos profi ssionais costumam se aprofundar em temas específicos e divulgar suas áreas de atividade de preferência, a despeito da formação completa que recebem nas instituições reconhecidas. Ademais, com o surgimento de novos equipamentos para auxílio procedural, muitos anestesiologistas complementaram a formação com cursos de aperfeiçoamento, para tirar melhor proveito das novas tecnologias, como por exemplo:
  •  Ecocardiografi a transesofágica; 
  • Bloqueios anestésicos guiados por ultrassom ou radioscopia; 
  • Abordagem do paciente com via aérea difícil; 
  • Simulação de eventos críticos. 
As subespecialidades do anestesiologista estabelecidas pelo CFM (RESOLUÇÃO CFM Nº 2.005/2012) são:
  • dor (formação adicional de um ano);
  • medicina paliativa (formação adicional de um ano).

Em função da afinidade temática ou terapêutica, anestesiologistas frequentam postos, após especialização adicional, em terapia intensiva, acupuntura e medicina hiperbárica.

CONSIDERAÇÕES FINAIS E PERSPECTIVAS FUTURAS
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Temos hoje uma grande demanda por anestesiologistas em todo o Brasil. Mesmo nos grandes centros, onde várias especialidades chegaram ao nível máximo de saturação, há um grande número de postos de trabalho disponíveis e serviços que anseiam por profissionais que viabilizem a realização da miríade de procedimentos que são dependentes de assistência anestésica.

Infelizmente, o padrão de qualidade demandado é alto e frequentemente se acha em descompasso com as condições de exercício oferecidas a este profissional. O anestesiologista brasileiro é muito organizado associativamente, tendo construído uma sociedade de especialidade exemplar sob todos os aspectos. A SBA ampara seu sócio técnica, educacional, profissional e juridicamente através de departamentos atuantes e efetivos.

Do consultório de avaliação pré-anestésica ao transplante combinado de coração e pulmão, a anestesiologia é uma especialidade fascinante em amplitude e profundidade capaz de realizar profissionalmente qualquer um que traga em seu coração o amor pelo conhecimento médico e o encanto por sua aplicação prática em contextos de rápida apreciação entre ação e efeito.


SEJA UM RESIDENTE EM ANESTESIOLOGIA 

Você já escolheu a sua especialidade? Se encantou com Anestesiologia? Pronto, agora é hora de começar a se preparar. 
Os processos seletivos para Residência Médica estão cada vez mais concorridos. E você não pode esperar que a instituição dos sonhos lance o edital: se antecipe! Comece a estudar com a Sanar e seja aprovado ainda esse ano no programa dos seus sonhos. 


 
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