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Os 5 principais arrependimentos antes de morrer

há 2 meses     -     
Os 5 principais arrependimentos antes de morrer

A australiana Bronnie Ware é uma enfermeira que passou muitos anos trabalhando com cuidados paliativos, com isso, trabalhava de perto com pacientes que estavam morrendo. Em 2012 ela escreveu um livro com os cinco arrependimentos mais comuns das pessoas antes de morrer intitulado “Antes de partir: Os 5 principais arrependimentos que as pessoas têm antes de morrer” (The Top Five Regrets of the Dying, em inglês)

1-    Gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim  

Este foi o arrependimento mais comum. Guimarães Rosa já dizia: O que a vida quer da gente é coragem. Coragem de ser o que é e de lutar pelo o que quer. Não viva a vida que os outros querem para você. Não é incomum pessoas que cursam medicina para agradar a família ou pelo status, mas lembre que no final da vida, é só você com você mesmo.

 

2-    Gostaria de não ter trabalhado tanto  

A escritora revela que ouviu isso de todos os pacientes do sexo masculino que cuidou. Eles perderam a juventude de seus filhos e a companhia das parceiras. As mulheres também citaram este arrependimento, mas como a maioria era de uma geração mais antiga, muitas não se mantiveram no mercado de trabalho.

 

3-    Queria de ter tido a coragem de expressar meus sentimentos  

Para muitos expressar seus sentimentos é sinal de fraqueza ou acham que não tem importância. Mas vale lembrar que somo um ser biopsicossocial, somos um ser complexo e ter nossa mente, sentimentos e corpo alinhados é de extrema importância. Além disso, não sabemos até quando estaremos ao lado de quem amamos, por isso, expresse os sentimentos sempre que puder!

 

4-    Gostaria de ter mantido contato com meus amigos  

Muitos ficaram tão envolvidos em suas próprias vidas que deixaram amizades “de ouro” se perderem ao longo dos anos. Demonstraram arrependimentos profundos sobre não terem dedicado tempo e esforço às amizades. Todo mundo sente falta dos amigos quando está morrendo.

 

5-    Gostaria de ter sido mais feliz  

Acredito que esse seja um resumo de tudo que foi citado. Ser o que se é, trabalhar menos, estar ao lado dos amigos e se expressar mais resulta em uma vida mais feliz. Até que ponto vale se dedicar tanto ao trabalho? Deixar de sair com os amigos, viver o tempo todo em um mundo profissional, para quê?

 

O livro nos ensina “que ser quem somos exige muita coragem; que o valor verdadeiro não está no que possuímos; que o que importa é como vivemos as nossas vidas; que podemos fazer alguma diferença positiva; que a vida não nos deve nada, nós é que devemos a nós mesmos; que a gratidão por todos os dias ao longo do caminho é a chave para reconhecer e curtir a felicidade agora; que a culpa é tóxica; que a solidão não é a falta de pessoas, mas de compreensão e aceitação; que é possível inventar vidas e demolir prisões criadas por nós mesmos. Enfim, ao falar da morte, baseada nos relatos de dezenas de pacientes terminais, a escritora nos revela que a percepção do tempo limitado pode aumentar a consciência que temos da vida, esta preciosidade indefinível.
É perda de tempo tentar defini-la — o mundo é espelho, reflexo de nós mesmos.”

Feliz 2019 e até a próxima!

 
 
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