Prova - Atendente de Farmácia - IMA - 2014

Detalhes

Profissão: Farmaceutico
Cargo: Atendente de Farmácia
Orgão: Pref. Palmeiras do Tocantins/TO
Banca: IMA
Ano: 2014
Nivel Médio

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PREFEITURA MUNICIPAL PALMEIRAS DO TOCANTINS - TO



LÍNGUA PORTUGUESA QUESTÕES DE 1 A 15
INSTRUÇÃO:
Para responder a essas questões, assinale APENAS UMA ÚNICA alternativa correta e marque o número
correspondente na Folha de Respostas.

Leia o texto a seguir e responda as questões de n° 1 a 10.

O trânsito se tornou uma das maiores dores de cabeça para a população. O acúmulo de veículos nas
ruas causa prejuízos, estresse, acidentes e poluição, e tende a piorar nos próximos anos, caso não sejam
adotadas políticas mais eficientes.
O problema agravou-se nas últimas décadas graças à concentração de pessoas nas cidades, à falta
de planejamento urbano, aos incentivos à indústria automotora e ao maior poder de consumo das famílias. Isso
tudo provocou o que os especialistas chamam de crise de mobilidade urbana, que acontece quando o Estado não
consegue oferecer condições para que as pessoas se desloquem nas cidades.
Segundo o relatório ?Estado das Cidades da América Latina e Caribe?, 80% da população latino-
americana vive em centros urbanos e 14% (cerca de 65 milhões) habita metrópoles como São Paulo e Cidade do
México. Ocorre que esse aumento contínuo da população urbana não foi acompanhado de políticas de
urbanização e infraestrutura que resolvessem questões como moradia e transporte.
A má qualidade do transporte público e o incentivo ao consumo faz a população optar pelo
transporte individual. De acordo com o Observatório das Metrópoles, a frota de veículos nas metrópoles
brasileiras dobrou nos últimos dez anos, com um crescimento médio de 77%. Os dados revelam que o número
de automóveis e motocicletas nas 12 principais capitais do país aumentou de 11,5 milhões para 20,5 milhões,
entre 2001 e 2011. Esses números correspondem a 44% da frota nacional.
São Paulo é a cidade que mais recebeu veículos nas ruas: 3,4 milhões, no período analisado.
Enquanto a população da capital paulista cresceu 7,9% na primeira década deste século, o número de carros
aumentou 68,2%.
Para especialistas, três fatores contribuíram para o crescimento da frota de veículos no país: o
aumento da renda da população, as reduções fiscais do Governo Federal para as montadoras e as facilidades de
crédito para a compra de carros.
Como resultado, na maior cidade do país, o paulistano leva mais tempo indo do trabalho para casa
do que numa viagem para outra cidade. Segundo uma pesquisa realizada pelo Ibope, 77% dos paulistanos
classifica o trânsito como "ruim" (55%) ou "péssimo" (22%). A pesquisa aponta ainda que o tempo médio gasto
para os deslocamentos diários é de 2 horas e 49 minutos.
Os congestionamentos causam prejuízos ao país, acidentes e afetam o trabalho de milhões de
pessoas todos os dias. As perdas financeiras, somente no Estado de São Paulo, foram calculadas pelo governo
em R$ 4,1 bilhões por ano.
O custo dessa crise também afeta o bolso do consumidor. Os caminhões parados no trânsito gastam
mais combustível e fazem menos entregas. As empresas são obrigadas, então, a gastar mais com o serviço,
colocando mais veículos nas ruas e repassando o custo para o preço dos produtos.
Além disso, há uma piora da qualidade da saúde dos moradores, uma vez que a fumaça dos veículos
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é considerada a maior causadora da poluição atmosférica. As pessoas sofrem mais de doenças respiratórias e
estão mais sujeitas a câncer de pulmão (pesquisam relatam que a exposição a duas horas no trânsito paulista
equivale a fumar dois cigarros).
Em 1997 foram criados os rodízios para diminuir a circulação de veículos em determinados horários
na capital paulista. Também foram feitas ciclovias (17,5 km) e campanhas de conscientização. Mas nada disso
resolveu o caos no trânsito.
Também foi incentivado o uso de motocicletas, que ocupam menos espaço no tráfego. Porém, elas
poluem mais do que veículos novos e são as principais causadoras de mortes no trânsito. Segundo o ?Mapa da
Violência 2011?, do Instituto Sangari, o número de vítimas fatais no trânsito brasileiro subiu 23,9%, de 1998 a
2008; entre os motociclistas, o aumento foi de 753,8%.
Por isso, cada vez mais especialistas defendem a mobilidade urbana sustentável. Uma das principais
mudanças seria o investimento em transporte coletivo e o desestímulo ao individual.



Cargo: ATENDENTE DE FARMÁCIA

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Seriedade, compromisso e competência.



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GABARITO OFICIAL DAS PROVAS OBJETIVAS




CARGO: PEDREIRO



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