Prova - Auxiliar de Farmácia - CONSULPLAN - 2012

Detalhes

Profissão: Farmacêutico
Cargo: Auxiliar de Farmácia
Orgão: Pref. Porto Velho/RO
Banca: CONSULPLAN
Ano: 2012
Nivel Médio

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02) Pode-se afirmar que o dono da leiteria se encaixa perfeitamente na expressão ?como bom mineiro que é...?,
pois respondeu a quase todas as perguntas de modo
A) provocante. B) desonesto. C) objetivo. D) evasivo. E) cruel.
03) Em relação à linguagem do texto, pode-se afirmar que a
A) diferença de linguagem entre os interlocutores se dá por serem de diferentes países.
B) linguagem do dono da leiteria denuncia sua ignorância e sua falta de estudo.
C) diferença de linguagem entre os interlocutores não os impede de estabelecer um diálogo.
D) linguagem de ambos é inadequada para a situação em que se encontram.
E) linguagem de ambos é sempre polida e obedece aos padrões estabelecidos pela norma.
TEXTO II: Nós, os brasileiros
Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam
da floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com ?mulheres de corpos alvíssimos
espreitando entre os troncos das árvores, [...]?. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.
Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta ? e nunca realizada ? vontade de inserir ali um
grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores
e estudantes universitários ? portanto, gente razoavelmente culta ? eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda
ignorância a respeito de quem, como e o que somos. ? A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma
universidade americana famosa. ? Mas a senhora é loira!
Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês,
ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: ? Que maravilha!
Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: ? Escritora
brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo
sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: ?porém não parece um livro
brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos?.
Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse
desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus
interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.
Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita
caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora
das geografias interiores de meus personagens eróticos, me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de
cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem
africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu
sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, me fazem menos
nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da
palavra?) maravilhosa. (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 ? 51)

04) Assinale a alternativa em que a palavra em destaque está INCORRETAMENTE interpretada.
A) ?A culminância foi a observação de uma crítica berlinense (...)? (auge)
B) ?Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.? (primitivo)
C) ?... mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores (...)? (ocultando-se)
D) ?(...) esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira (...)? (êxtase)
E) ?mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores? (brancos)
05) Assinale a alternativa em que a classe de palavra entre parênteses NÃO corresponde à palavra em destaque.
A) ?? A senhora é brasileira? (...) Mas a senhora é loira!? (substantivo)
B) ?? Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras?? (conjunção)
C) ?? Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!? (adjetivo)
D) ?(...) muita caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato.? (advérbio)
E) ?Porque o Brasil é tudo isso.? (preposição)
06) Assinale a alternativa INCORRETA quanto à classificação do advérbio destacado.
A) ?(...) e nunca realizada (...)? ? consequência D) ?(...) um romance meu editado por lá (...)? ? lugar
B) ?(...) não muito bem arrumados (...)? ? negação E) ?E, eu, mulher essencialmente urbana (...)? ? modo
C) ?(...) uma floresta muito pouco real (...)? ? intensidade
07) Leia a oração: ?Traduzo os poemas por dever do ofício, mas com uma secreta (...) vontade de inserir ali um
grãozinho de realidade.? O sujeito desta oração pode ser classificado como
A) simples. B) composto. C) inexistente. D) desinencial. E) indeterminado.

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