Doenças Hepáticas: Fisiopatologia Da Cirrose

A fisiopatologia da cirrose caracteriza-se por dano celular hepático crônico, com intensa alteração estrutural do fígado e formação de nódulos envoltos por tecido inativo ou fibrose. Em consequência, ocorre a ativação das células estreladas ou de Ito, com fibrinogênese e deposição de colágeno no espaço de Disse, condição denominada de capilarização dos sinusoides hepáticos. A alteração estrutural da arquitetura hepática decorrente desse processo aumenta a resistência vascular intra-hepática e condiciona a hipertensão portal, caracterizada por esplenomegalia com ou sem hiperesplenismo; circulação colateral tipo porta; varizes de esôfago, estômago ou de reto; ascite; peritonite bacteriana espontânea (PBE) e encefalopatia hepática.2


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A fisiopatologia da cirrose caracteriza-se por dano celular hepático crônico, com intensa alteração estrutural do fígado e formação de nódulos envoltos por tecido inativo ou fibrose. Em consequência, ocorre a ativação das células estreladas ou de Ito, com fibrinogênese e deposição de colágeno no espaço de Disse, condição denominada de capilarização dos sinusoides hepáticos. A alteração estrutural da arquitetura hepática decorrente desse processo aumenta a resistência vascular intra-hepática e condiciona a hipertensão portal, caracterizada por esplenomegalia com ou sem hiperesplenismo; circulação colateral tipo porta; varizes de esôfago, estômago ou de reto; ascite; peritonite bacteriana espontânea (PBE) e encefalopatia hepática.2


Esse conteúdo faz parte do capítulo Doenças Hepáticas, Biliares E Pancreáticas do livro Nutrição Clínica para Concursos e Residências

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Nutrição Clínica para Concursos e Residências