Doenças Hepáticas: Modelo Para Doença Hepática Crônica Em Estágio Final

O modelo para doença hepática crônica em estágio final (MELD) é um índice prognóstico baseado no risco de um paciente morrer aguardando o transplante de fígado, que considera os dados laboratoriais usados rotineiramente na prática clínica. A interpretação dos resultados baseia-se no valor numérico total, que pode variar entre 6, critério menor de gravidade, a 40, que define gravidade máxima da doença hepática. Esse modelo matemático é usado para quantificar a urgência de transplante de fígado em candidatos com idade igual ou superior a 12 anos e estima o risco de óbito se o paciente não fizer o transplante hepático nos próximos 3 meses. Atualmente, para inscrição do paciente na lista de transplante hepático, é necessário que o valor do MELD seja igual ou superior a 6.2


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O modelo para doença hepática crônica em estágio final (MELD) é um índice prognóstico baseado no risco de um paciente morrer aguardando o transplante de fígado, que considera os dados laboratoriais usados rotineiramente na prática clínica. A interpretação dos resultados baseia-se no valor numérico total, que pode variar entre 6, critério menor de gravidade, a 40, que define gravidade máxima da doença hepática. Esse modelo matemático é usado para quantificar a urgência de transplante de fígado em candidatos com idade igual ou superior a 12 anos e estima o risco de óbito se o paciente não fizer o transplante hepático nos próximos 3 meses. Atualmente, para inscrição do paciente na lista de transplante hepático, é necessário que o valor do MELD seja igual ou superior a 6.2


Esse conteúdo faz parte do capítulo Doenças Hepáticas, Biliares E Pancreáticas do livro Nutrição Clínica para Concursos e Residências

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Nutrição Clínica para Concursos e Residências